1. O que diz a Anvisa sobre o uso de ozônio em ambientes
O uso do ozônio como agente sanitizante tem ganhado espaço no Brasil, mas ainda gera dúvidas sobre sua regulamentação. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) reconhece a aplicação do ozônio para a desinfecção de ambientes e superfícies, desde que sejam observados critérios técnicos de segurança e eficácia.
Na Nota Técnica nº 52/2020/SEI/COSAN/GHCOS/DIRE3/ANVISA, publicada em 2020, a agência esclarece que o uso do ozônio como desinfetante ambiental é permitido, desde que os equipamentos utilizados tenham comprovação de eficácia, sejam operados por profissionais capacitados e não haja exposição direta de pessoas durante a aplicação.
A RDC nº 56/2009 da Anvisa também inclui o ozônio como agente sanitizante aprovado para uso em alimentos, desde que seja aplicado de forma controlada, sem contato direto com o consumidor e respeitando os limites de exposição estabelecidos.
A aplicação deve seguir os parâmetros definidos pela Anvisa e por entidades como a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), incluindo a norma NBR ISO 14001, e recomendações internacionais de segurança, como os limites de exposição da ACGIH (American Conference of Governmental Industrial Hygienists).
A Ortusolis assegura que seus equipamentos atendam a essas regulamentações, oferecendo sistemas automatizados e seguros, com controle preciso da concentração de ozônio, evitando exposição desnecessária e garantindo máxima eficácia na sanitização.
2. Ozônio é perigoso? Quando e como usar com segurança
O ozônio é um agente oxidante potente e deve ser usado com responsabilidade e conhecimento técnico. Embora seja altamente eficaz na eliminação de vírus, fungos, bactérias e odores, sua aplicação requer cuidados específicos para garantir a segurança de pessoas, animais e bens materiais.
A toxicidade do ozônio está relacionada principalmente à concentração no ar e ao tempo de exposição. Segundo a ACGIH, o limite de exposição ocupacional é de 0,1 ppm para uma jornada de 8 horas diárias. Concentrações acima desse limite, quando inaladas por longos períodos, podem causar irritação nos olhos e garganta, dores de cabeça e, em casos mais graves, problemas respiratórios.
Por isso, a aplicação deve ser sempre controlada e, preferencialmente, realizada em momentos em que não haja pessoas no local. Após o ciclo de desinfecção, é necessário aguardar entre 20 e 40 minutos para que o ozônio se decomponha naturalmente em oxigênio.
A Ortusolis utiliza sistemas inteligentes que controlam automaticamente a liberação do gás, impedindo que a concentração ultrapasse os limites seguros. Além disso, fornece protocolos de uso e treinamento adequado aos clientes, garantindo aplicações eficientes e sem riscos.
O ozônio é seguro quando utilizado com conhecimento técnico, equipamentos certificados e dentro das normas estabelecidas por órgãos reguladores e entidades de saúde ocupacional.